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Outubro Rosa: Selma Lopes – Uma inspiração de coragem na luta contra o câncer de mama

No encerramento da série “Mulheres que Inspiram no Outubro Rosa”, gostaríamos de compartilhar a inspiradora história de Selma Lopes, uma dona de casa que se tornou um exemplo de otimismo e determinação na batalha contra o câncer de mama, uma doença que frequentemente traz medo e incerteza para aqueles que recebem o diagnóstico. Em abril […]

Por ES Fala
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Outubro Rosa: Selma Lopes – Uma inspiração de coragem na luta contra o câncer de mama

No encerramento da série “Mulheres que Inspiram no Outubro Rosa”, gostaríamos de compartilhar a inspiradora história de Selma Lopes, uma dona de casa que se tornou um exemplo de otimismo e determinação na batalha contra o câncer de mama, uma doença que frequentemente traz medo e incerteza para aqueles que recebem o diagnóstico.

Em abril de 2015, Selma foi confrontada com um diagnóstico de carcinoma invasivo aos 42 anos de idade. Para ela, esse momento foi como se o chão se abrisse, desencadeando uma mistura de sentimentos. O primeiro sentimento foi o choque de não acreditar que estava enfrentando essa notícia. Rapidamente, ela procurou um especialista em saúde, e foi a mastologista que explicou a gravidade da situação que ela estava prestes a encarar.

Segundo Selma, ela nunca teve problemas de saúde significativos, mas uma dor persistente no braço a alertou para a necessidade de investigar. “Como eu era dona de casa, inicialmente pensei que essa dor poderia ser devido ao peso que eu carregava às vezes. No entanto, quando comecei a sentir fraqueza, mal-estar e enjoos, soube que algo estava errado. Fui parar no hospital e fiz uma série de exames”, compartilha Selma.

Para Selma, enfrentar o tratamento, incluindo sessões de quimioterapia, radioterapia e cirurgia, foi um dos momentos mais difíceis. Casada, com filhos e netos, ela encontrou força no apoio das pessoas que amava durante essa jornada.

A fé desempenhou um papel fundamental em seu caminho. Ela passou por uma mastectomia total e várias sessões de radioterapia. Após a cirurgia, Selma também optou por uma reconstrução mamária, mas enfrentou desafios com infecções no local e, eventualmente, retirou as próteses após três meses. Relembrando os momentos difíceis, ela destaca que a fé e a convicção de que sairia mais forte da situação foram essenciais. “Fiz doze sessões de quimioterapia e, em seguida, a cirurgia. Todo o tratamento foi realizado em Colatina, com exceção das trinta sessões de radioterapia, que ocorreram em Vitória, no Hospital Santa Rita”, recorda.

Depois de tudo o que enfrentou, Selma se tornou voluntária em uma ONG chamada “Mãos que se Cruzam”, onde ajuda na produção de lanches e refeições para pacientes oncológicos. Sua experiência a fez repensar seu estilo de vida e a cuidar mais da sua saúde. Aos 50 anos, Selma deseja que seu depoimento inspire outras mulheres a compreenderem a importância do autoexame das mamas e da mamografia. “Receber o diagnóstico não é fácil, mas é possível superar a doença”, diz ela, lançando uma mensagem de esperança para todas as mulheres.

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