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TJES contrata empresa para dedetização de arquivo judicial em Aracruz devido à infestação de escorpiões

O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) anunciou a contratação emergencial de uma empresa especializada em dedetização para combater uma infestação de escorpiões no setor de arquivos do Fórum de Aracruz, no Norte do Estado. O problema foi inicialmente reportado em outubro de 2024 pelo juiz diretor do foro, Fábio Luiz Massariol, que comunicou […]

Por ES Fala
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TJES contrata empresa para dedetização de arquivo judicial em Aracruz devido à infestação de escorpiões

O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) anunciou a contratação emergencial de uma empresa especializada em dedetização para combater uma infestação de escorpiões no setor de arquivos do Fórum de Aracruz, no Norte do Estado.

O problema foi inicialmente reportado em outubro de 2024 pelo juiz diretor do foro, Fábio Luiz Massariol, que comunicou à Corte estadual a presença de escorpiões, principalmente dentro das caixas de processos arquivados. A infestação impediu o acesso dos servidores ao local, comprometendo a organização dos arquivos e causando transtornos para advogados que necessitavam consultar autos arquivados.

De acordo com documentos que fundamentaram a contratação da empresa de dedetização, uma vistoria realizada em novembro de 2024 pelo Centro de Controle de Zoonoses e pela Vigilância Ambiental em Saúde da Secretaria de Saúde de Aracruz identificou vestígios da presença de roedores e escorpiões, mas não localizou os animais no momento da inspeção.

Entretanto, no dia 20 de janeiro de 2025, a diretora da Secretaria da 1ª Vara Cível, Família, Órfãos e Sucessões da Comarca de Aracruz notificou novamente o juiz diretor do foro sobre uma nova incidência de escorpiões no local, o que levou o TJES a determinar a contratação emergencial para a dedetização do arquivo.

Segundo o relatório que embasou a decisão, a persistência da infestação representa um risco à segurança dos servidores e advogados, além de prejudicar a prestação jurisdicional. “Torna-se imprescindível que o Poder Judiciário tome as medidas necessárias para que a documentação seja preservada, os servidores possam exercer suas atividades em local adequado e o serviço da Justiça não fique paralisado, sob pena de danos à prestação jurisdicional e danos materiais”, destaca o documento.

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